Seres intermediários entre Deus e o mundo. Seres puramente espirituais, ou espíritos dotados de um corpo aéreo; com aparência humana. Às vezes sendo mensageiros, guardiões, condutores dos eleitos etc.
Os anjos de seis asas (serafins) circundam o trono de Deus; cada um deles tem seis asas: Duas para cobrir o rosto (por medo de ver Deus), duas para cobrir os pés (eufeminísmo para designar o sexo), e duas para voar (Isaías, 6, 1-2).
Os anjos desempenham também o papel de “sinais de advertência do sagrado”. Como se houvesse uma relação misteriosa entre o número de nações e o número de anjos. Mas ainda não se sabe qual a quantidade dos anjos.
A escrita fala de mil vezes mil e dez mil vezes dez mil. Tal é a infinidade desses exércitos bem-aventurados.
Os três principais anjos são:
Miguel (Vencedor de dragões):Em hebraico, Miguel significa "aquele que é similar a Deus" (mi-"quem", ke-"como", El-"deus"), o que é tradicionalmente interpretado como uma pergunta retórica:
Gabriel (Mensageiro e iniciador): Gabriel (em hebraico גַּבְרִיאֵל, no hebraico moderno Gavriʼel, no hebraico tiberiano Gaḇrîʼēl; em latim Gabrielus; em grego Γαβριήλ, transl. Gabriēl; em árabe جبريل, trans. Jibrīl ou جبرائيل, transl. Jibrail; todos do aramaico Gabri-el, "homem forte de Deus"[1]), também conhecido como São Gabriel Arcanjo, é, nas religiões abraâmicas, um anjo que serve como mensageiro de Deus. Aparece pela primeira vez numa menção no Livro de Daniel, na Bíblia hebraica. Em algumas tradições é tido como um dos arcanjos, noutros como anjo da morte.
Um anjo em sua qualidade de mensageiro é sempre portador de uma boa notícia para a alma.





